Na prática odontológica, o ozônio tem sido
proposto como uma alternativa antisséptica, graças à potente ação
antimicrobiana e alta biocompatilibilidade. As novas estratégias terapêuticas
para tratamento da infecção e inflamação devem levar em consideração não apenas
o poder antimicrobiano das substâncias utilizadas, mas também a influência que
esta exerce sobre a resposta imune do paciente.
A água ozonizada tem mostrado, por meio das
pesquisas, incrível aplicabilidade com resultados realmente promissores. A
periodontia advoga o uso da água ozonizada em bochechos, diminuindo a adesão de
placa à superfície dental, assim como neutralizando totalmente culturas de
Staphylococcus aureus. Ainda na periodontia, a água ozonizada mostrou-se mais
biocompatível quando comparada a outros antissépticos, inclusive o próprio gás
ozônio, quando aplicada em célula epitelial oral e fibroblasto de gengiva.Foi
demonstrada a eficiente ação da água ozonizada na redução de Candida albicans
aderidas às próteses totais.
Já o óleo ozonizado também apresentou
excelentes resultados no tratamento de alveolites. Quando comparado com o
tratamento convencional apresentou um nível de cura superior, com diferença
estatisticamente significante a importante ação do óleo no tratamento local de
feridas herpéticas e osteomielites.
A aplicação do gás ozônio também é uma
proposta pertinente e com resultados excelentes. A cariologia é a área que
apresenta maior quantidade de estudos relacionados. O gás mostrou-se
extremamente eficaz na sua aplicação, reduzindo 99,9% da microbiota em 20
segundos de aplicação em cáries incipientes e de raiz. Neste caso, a aplicação
do gás é feita por meio de um gerador de ozônio especificamente desenvolvido
para a Odontologia. Entretanto, estudos apontam a ineficácia do ozônio em atuar
nos tecidos mais profundos à cárie.
Em um estudo in vitro, foi comparada a ação
do gás ozônio ao laser KPT em dentes extraídos e contaminados com Enterococcus
faecalis e foi concluído que o ozônio foi mais eficaz na redução microbiana que
o laser.
Diante de toda a literatura científica
disponível pode-se concluir que a ozonioterapia apresenta-se atualmente como
uma ferramenta imprescindível ao arsenal clínico do cirurgião dentista. Sua
atividade antimicrobiana e biocompatibilidade tão marcante tornam o tratamento
odontológico mais biológico, menos doloroso e absolutamente mais confiável.
O fluoreto usado em nossa água é uma
substância altamente tóxica e que até nas concentrações usadas na água, produz
doenças físicas, limita nossa inteligência e reduz nosso nível de energia.

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