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quinta-feira, 9 de abril de 2020

Será que a cura do Coronavírus está perto ?


Iparque (Parque Científico e Tecnológico) da Unesc trabalha para utilizar sua estrutura em prol do combate à pandemia de Covid-19. Sob comando do professor Elídio Angioletto, o grupo faz adaptações em equipamentos do laboratório para utilizá-los na desinfecção de espaços como Centro de Triagem de Criciúma. A ação partiu da provocação da própria reitora Luciane Bisognin Ceretta sobre a utilização do ozônio no trabalho de higienização de espaços como mais uma forma de utilizar a expertise da Universidade na luta contra a pandemia.

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A utilização do ozônio promete ser eficiente na desinfecção de espaços e objetos graças ao seu potente poder de oxidação. Conforme Elídio, é possível utilizar a água ozonizada para descontaminar ambientes e aparelhos, incluindo equipamentos de proteção individual, como por exemplo, os óculos de proteção da equipe de saúde. “O ozônio em alta concentração é o mais potente germicida do que se tem conhecimento, é 100 vezes mais potente do que o cloro e 3.120 vezes mais rápido, além de sua alta capacidade oxidante”, acrescenta.
De acordo com o professor, a tecnologia do ozônio já foi utilizada de forma efetiva contra outros tipos de  vírus, incluindo os que atacam as vias respiratórias, sendo, portanto, uma grande aposta mundial neste momento de combate à pandemia de Covid-19 causada pelo novo vírus SARS-CoV-2.Estudos científicos comprovam que ele é bem efetivo. Sendo um vírus novo, iremos utilizar os parâmetros já existentes, porém incluindo algumas garantias, como maior tempo de exposição ao produto, além da umidade ideal do local e as concentrações corretas”, completou.

O trabalho será realizada em três etapas, sendo a aspersão de gotículas de água ozonizada nas pessoas que entram e saem do Centro de Triagem; a higienização total do local com a utilização do equipamento que liberará o ozônio que irá permear em todo o espaço e, por fim, na lavagem dos equipamentos de proteção e outros aparelhos utilizados.

Mayara Cardoso - Agência de Comunicação
Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing



Gás Ozônio poderia eliminar coronavirus 99,9% de eficiência


Uma desenvolvedora de soluções tecnológicas c
ogerador de ozônio (O3) pode ter encontrado uma nova arma contra o coronavírus. Após realizar testes com o gás no laboratório da Universidade Federal de Santa Catarina, a Wier, startup em questão, constatou que ele foi eficiente na eliminação de 99,9% das amostras de dois tipos de vírus em ambientes fechados e com alto fluxo de pessoas – sendo que um deles possui semelhanças com o Sars-CoV-2, causador da covid-19.
O CEO da empresa, Dr. Bruno Mena Cadorin, está bastante otimista. “O ozônio pode eliminar microrganismos em ambientes onde ele possa estar, como veículos, salas de espera, quartos de hotéis, leitos de hospitais, residências, entre outros locais similares. Nesse cenário, a solução ajuda a diminuir a propagação do vírus e na prevenção de novos casos da doença", afirma.

Uma desenvolvedora de soluções tecnológicas com gerador de ozônio (O3) pode ter encontrado uma nova arma contra o coronavírus. Após realizar testes com o gás no laboratório da Universidade Federal de Santa Catarina, a Wier, startup em questão, constatou que ele foi eficiente na eliminação de 99,9% das amostras de dois tipos de vírus em ambientes fechados e com alto fluxo de pessoas – sendo que um deles possui semelhanças com o Sars-CoV-2, causador da covid-19.

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)Fonte:  Pixabay 

Pesquisas e aplicação

De acordo com a empresa, o equipamento usa tecnologias de plasma frio e ozônio, produzindo o gás que é capaz de combater microrganismos como bactérias, vírus e fungos presentes no ar, na água e em superfícies de maneira segura e eficiente.
“A aplicação é simples e ocorre por meio de um equipamento chamado Gerador de Ozônio com tecnologia de plasma frio, o qual é compacto, de uso simples e intuitivo. Outro lado positivo é que a tecnologia é sustentável e ambientalmente correta".
As pesquisas foram realizadas da seguinte maneira: testes virucidas foram feitos a 5, 30 e 60 centímetros do equipamento, em câmara fechada, entre 23 °C e 20 °C, no tempo fixo de 60 minutos de exposição. Como o gás se espalha facilmente pelos ambientes, proporciona uma higienização acima da média.
Ainda segundo Cadorin, a grande vantagem é que não se trata de ozonioterapia e uso de ozônio em pessoas, mas sim do uso do ozônio em ambientes contaminados como um sanitizante. Ou seja, trata-se de uma maneira de conter a disseminação quando a curva de contaminação for, enfim, controlada.

Fonte :TecMundo