O ozônio ou ozono, conhecido como trioxigênio ou trioxigénio segundo a nomenclatura da IUPAC, é um alótropo triatômico do oxigênio muito menos estável que o diatômico O₂. É uma molécula composta por três átomos de oxigênio. Remove: bactérias,ácaros, vírus, odores, mofo e afasta insetos
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Elimine resíduos dos rios com ozônio
O principal interesse no uso do ozônio para
tratamento de efluentes deve-se ao seu alto potencial de oxidação. Além disso,
ele possui pressão parcial bastante inferior à do oxigênio diatômico (O2, ou
seja, o gás oxigênio), sendo facilmente absorvido pela água numa interface de
bolhas.
O ozônio é utilizado no tratamento de
efluente industrial para reduzir a concentração de DQO (Demanda Química de
Oxigênio) e destruir alguns compostos químicos como fenóis e cianetos. Seu uso
visa, principalmente à oxidação e dissociação de compostos orgânicos
não-biodegradáveis. É considerado eficiente na remoção de cor por oxidar a
matéria orgânica dissolvida e formas coloidais presentes nos corantes,
restabelecendo a coloração natural do efluente.
Por ser altamente reativo e instável, não
pode ser transportado ou armazenado, sendo produzido no local da aplicação.
A transferência do ozônio para água inicia
com a dispersão do gás na fase liquida, em forma de pequenas bolhas.
Posteriormente o Ozônio é incorporado à massa liquida através da interface
gás-líquido. A resistência na transferência de massa durante a fase gasosa pode
ser considerada praticamente desprezível (HASSEMER, 2000).
REMOÇÃO DA COR EM EFLUENTE INDUSTRIAL
A remoção da cor de efluentes contendo
altas concentrações varia em função da dosagem de Ozônio, do tempo de contato
do gás com o efluente, da velocidade ascendente das bolhas do gás, da
velocidade descendente do líquido e da concentração do material colorido.
O Ozônio apresenta resultados efetivos na
remoção da cor em efluentes têxteis, pois ele quebra as duplas ligações dos
corantes, que estão associadas à cor. O pH e a condutividade praticamente
permanecem constantes, enquanto a cor diminui gradativamente durante a
Ozonização.
Di Matteo (1992), citado por Hassamer
(2000), com base em dados de pesquisa relatou que a pré-ozonização aumenta a
remoção tanto da cor verdadeira como da cor aparente, quando associado a outros
processos de tratamento.
DESINFECÇÃO DE EFLUENTES
A desinfecção é considerada o principal
mecanismo de inativação ou destruição de organismos patogênicos, com o objetivo
de prevenir a proliferação de doenças transmitidas pela água.
O potencial de desinfecção do Ozônio, uma
de suas mais marcantes propriedades, foi descoberta em 1886. Hoje sabe-se que
Ozônio é um poderoso oxidante capaz de promover a desinfecção com menor tempo
de contato e concentração que outros, tais como cloro, dióxido de cloro.
A desinfecção por ozônio é muito efetiva
principalmente contra bactérias.
“A efetividade da desinfecção depende da
susceptibilidade do organismo que se pretende eliminar, do tempo de contato e
da concentração de ozônio.” (UNITED STATES.ENVIRONMENTAL PROTECTION
AGENCY, 1999b).
O MECANISMO DE DESINFECÇÃO UTILIZANDO OZÔNIO
INCLUI:
- Oxidação/destruição da parede celular com o extravasamento dos componentes;
- Reações irreversíveis com estruturas celulares dos micro-organismos;
- Danos aos constituintes dos ácidos nucleares e;
- Ruptura dos elos de carbono-nitrogênio pela despolimerização.
FASES DO PROCESSO
Foto 1 – Bactéria sadia;
Foto 2 – Parede celular da Bactéria sendo
atacada pelo Ozônio;
Foto 3 – Início da oxidação da Parede
celular da bactéria;
Fotos 4, 5 e 6 – Ruptura e destruição da
bactéria.
Imagina isso ser aplicado no Rio Tietê em São Paulo ?
Obs : O bio3gen não é aplicável neste caso , esta matéria é meramente informativa do poder do ozônio .
Obs : O bio3gen não é aplicável neste caso , esta matéria é meramente informativa do poder do ozônio .
Assinar:
Postagens (Atom)


