O ozônio ou ozono, conhecido como trioxigênio ou trioxigénio segundo a nomenclatura da IUPAC, é um alótropo triatômico do oxigênio muito menos estável que o diatômico O₂. É uma molécula composta por três átomos de oxigênio. Remove: bactérias,ácaros, vírus, odores, mofo e afasta insetos
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Evento Supino Reto - Apoio Atitude Academia
Estivemos presente pra apresentar água ozonizada com BIo3gen , +Fernando Vieira de Souza e e eu +Geigyson Ribeiro , Agradecemos desde já a todos que prestigiram o evento
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Apresentaçao Ozonio Bio3gen Praça Central Caarapó Sabado dia 14/12
NESTE SABADO O BICHO VAI PEGAR, APRESENTAÇÃO DO OZÔNIO BIO 3 GEN O FUTURO JÁ CHEGOU EM CAARAPÓ MS. APRESENTAÇÃO DO SEU AMIGO GEIGYSON RIBEIRO DE CAARAPÓ DA MISTER COLIBRI. VAMOS CONHECER AS MARAVILHAS DO BIO3GEN.
Continue acompanhando nosso blog www.ozoniobio3gen.blogspot.com , teremos vários foto do evento e videos
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Nem Menina Nem Mulher: Segredo de beleza - Ozonioterapia
Nem Menina Nem Mulher: Segredo de beleza - Ozonioterapia: Dia de Princesa Oi pessoal tudo bem?! ;) Hoje no meu "Dia de princesa" eu vim d á minha dica de beleza pra voces, a Ozonioter...
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Depoimento Personal Trainer Fernando Vieira (BADECO) Uso do Bio3gen
Fernando Vieira , dando seu depoimento pra á Rádio Colibri , sobre o uso de o bio3gen ,Ele como Personal Trainer , usou e aprovou o BIo3gen
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
Campinas testa ozônio no tratamento da água
foto: Leandro Ferreira/AAN
A Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa) está
utilizando ozônio, experimentalmente, no tratamento de água para avaliar
a eficácia deste elemento na desinfecção dos chamados contaminantes
emergentes, substâncias presentes na água, mas que não são controladas
por leis ou regulamentos. Existem mais de 800 substâncias nessa
categoria, entre eles os interferentes endócrinos, substâncias onde
estão hormônios, fármacos e outros contaminantes que afetam o sistema
hormonal de seres humanos e animais. Os resultados da pesquisa irão
embasar a decisão da empresa de integrar o sistema no tratamento da água
que abastece Campinas.
Segundo o diretor técnico da empresa, Marco Antônio dos Santos, serão necessários cerca de R$ 20 milhões em investimentos para agregar o ozônio no tratamento de água apenas nas estações 3 e 4, que estão em Sousas. A pesquisa é um projeto de cinco anos e está, atualmente, no segundo ano. Para poder fazer os testes, o laboratório de análise foi dotado de equipamentos para ter uma ferramenta a mais para verificação da qualidade da água. Foram adquiridos um concentrador de oxigênio, um gerador de ozônio, equipamentos de análise on-line e equipamentos para determinação de carbono em suas diversas formas. No Brasil, nenhuma companhia de saneamento faz uso desta substância.
Santos explicou que esses contaminantes não são dosados porque não estão contemplados na legislação. Os primeiros resultados, segundo o o coordenador da Estação de Tratamento de Água (ETA) III e IV da Sanasa, Sidnei Lima Siqueira, mostram que o ozônio é eficiente na remoção dos fármacos, em grau superior em relação ao cloro.
O projeto está sendo desenvolvido com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em dois convênios: um, com a Faculdade de Engenharia Civil, que estuda os efeitos sobre alguns protozoários e outro com o Instituto de Química, que irá fazer a parte analítica para determinação da eficiência do processo na remoção dos chamados compostos emergentes.
Atualmente as pesquisas estão focadas na comprovação da eficiência do oxidante nas águas do Rio Atibaia e, em uma segunda fase, o objetivo será testá-lo nas águas do Rio Capivari, rios cujas águas abastecem o município. Durante esta fase, será possível verificar a demanda de ozônio, ou seja, quanto será consumido e também os custos da implantação e da operação.
O ozônio vem sendo utilizado no tratamento e desinfecção de águas desde o início do século passado em várias partes do mundo. Ele é um forte agente oxidante e não é uma fonte intrínseca de poluição. A primeira propriedade permite que o ozônio possa oxidar uma série de compostos inorgânicos e orgânicos. Dentre as substâncias químicas ordinárias, somente o flúor possui um potencial de redução maior que o ozônio. Outros oxidantes normalmente empregados costumam levar à formação de sub-produtos (íons de metais pesados e compostos organoclorados) que podem ser, inclusive, mais tóxicos que os compostos poluentes originais.
Nesse caso, o ozônio é vantajoso, porque seu produto preferencial de degradação é o oxigênio, um produto não poluente e indispensável para as atividades biológicas aeróbias dos ecossistemas aquáticos.
Fonte : http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/capa/campinas_e_rmc/119721-campinas-testa-ozonio-no-tratamento-da-agua.html
Sidnei Ciqueira, coordenador de tratamento da Sanasa, mostra o laboratório onde o ozônio está sendo testado
Segundo o diretor técnico da empresa, Marco Antônio dos Santos, serão necessários cerca de R$ 20 milhões em investimentos para agregar o ozônio no tratamento de água apenas nas estações 3 e 4, que estão em Sousas. A pesquisa é um projeto de cinco anos e está, atualmente, no segundo ano. Para poder fazer os testes, o laboratório de análise foi dotado de equipamentos para ter uma ferramenta a mais para verificação da qualidade da água. Foram adquiridos um concentrador de oxigênio, um gerador de ozônio, equipamentos de análise on-line e equipamentos para determinação de carbono em suas diversas formas. No Brasil, nenhuma companhia de saneamento faz uso desta substância.
Santos explicou que esses contaminantes não são dosados porque não estão contemplados na legislação. Os primeiros resultados, segundo o o coordenador da Estação de Tratamento de Água (ETA) III e IV da Sanasa, Sidnei Lima Siqueira, mostram que o ozônio é eficiente na remoção dos fármacos, em grau superior em relação ao cloro.
O projeto está sendo desenvolvido com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em dois convênios: um, com a Faculdade de Engenharia Civil, que estuda os efeitos sobre alguns protozoários e outro com o Instituto de Química, que irá fazer a parte analítica para determinação da eficiência do processo na remoção dos chamados compostos emergentes.
Atualmente as pesquisas estão focadas na comprovação da eficiência do oxidante nas águas do Rio Atibaia e, em uma segunda fase, o objetivo será testá-lo nas águas do Rio Capivari, rios cujas águas abastecem o município. Durante esta fase, será possível verificar a demanda de ozônio, ou seja, quanto será consumido e também os custos da implantação e da operação.
O ozônio vem sendo utilizado no tratamento e desinfecção de águas desde o início do século passado em várias partes do mundo. Ele é um forte agente oxidante e não é uma fonte intrínseca de poluição. A primeira propriedade permite que o ozônio possa oxidar uma série de compostos inorgânicos e orgânicos. Dentre as substâncias químicas ordinárias, somente o flúor possui um potencial de redução maior que o ozônio. Outros oxidantes normalmente empregados costumam levar à formação de sub-produtos (íons de metais pesados e compostos organoclorados) que podem ser, inclusive, mais tóxicos que os compostos poluentes originais.
Nesse caso, o ozônio é vantajoso, porque seu produto preferencial de degradação é o oxigênio, um produto não poluente e indispensável para as atividades biológicas aeróbias dos ecossistemas aquáticos.
Fonte : http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/capa/campinas_e_rmc/119721-campinas-testa-ozonio-no-tratamento-da-agua.html
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