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domingo, 24 de novembro de 2013

Campinas testa ozônio no tratamento da água

foto: Leandro Ferreira/AAN Sidnei Ciqueira, coordenador de tratamento da Sanasa, mostra o laboratório onde o ozônio está sendo testado
Sidnei Ciqueira, coordenador de tratamento da Sanasa, mostra o laboratório onde o ozônio está sendo testado

A Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa) está utilizando ozônio, experimentalmente, no tratamento de água para avaliar a eficácia deste elemento na desinfecção dos chamados contaminantes emergentes, substâncias presentes na água, mas que não são controladas por leis ou regulamentos. Existem mais de 800 substâncias nessa categoria, entre eles os interferentes endócrinos, substâncias onde estão hormônios, fármacos e outros contaminantes que afetam o sistema hormonal de seres humanos e animais. Os resultados da pesquisa irão embasar a decisão da empresa de integrar o sistema no tratamento da água que abastece Campinas.

Segundo o diretor técnico da empresa, Marco Antônio dos Santos, serão necessários cerca de R$ 20 milhões em investimentos para agregar o ozônio no tratamento de água apenas nas estações 3 e 4, que estão em Sousas. A pesquisa é um projeto de cinco anos e está, atualmente, no segundo ano. Para poder fazer os testes, o laboratório de análise foi dotado de equipamentos para ter uma ferramenta a mais para verificação da qualidade da água. Foram adquiridos um concentrador de oxigênio, um gerador de ozônio, equipamentos de análise on-line e equipamentos para determinação de carbono em suas diversas formas. No Brasil, nenhuma companhia de saneamento faz uso desta substância.

Santos explicou que esses contaminantes não são dosados porque não estão contemplados na legislação. Os primeiros resultados, segundo o o coordenador da Estação de Tratamento de Água (ETA) III e IV da Sanasa, Sidnei Lima Siqueira, mostram que o ozônio é eficiente na remoção dos fármacos, em grau superior em relação ao cloro.

O projeto está sendo desenvolvido com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em dois convênios: um, com a Faculdade de Engenharia Civil, que estuda os efeitos sobre alguns protozoários e outro com o Instituto de Química, que irá fazer a parte analítica para determinação da eficiência do processo na remoção dos chamados compostos emergentes.

Atualmente as pesquisas estão focadas na comprovação da eficiência do oxidante nas águas do Rio Atibaia e, em uma segunda fase, o objetivo será testá-lo nas águas do Rio Capivari, rios cujas águas abastecem o município. Durante esta fase, será possível verificar a demanda de ozônio, ou seja, quanto será consumido e também os custos da implantação e da operação.

O ozônio vem sendo utilizado no tratamento e desinfecção de águas desde o início do século passado em várias partes do mundo. Ele é um forte agente oxidante e não é uma fonte intrínseca de poluição. A primeira propriedade permite que o ozônio possa oxidar uma série de compostos inorgânicos e orgânicos. Dentre as substâncias químicas ordinárias, somente o flúor possui um potencial de redução maior que o ozônio. Outros oxidantes normalmente empregados costumam levar à formação de sub-produtos (íons de metais pesados e compostos organoclorados) que podem ser, inclusive, mais tóxicos que os compostos poluentes originais.

Nesse caso, o ozônio é vantajoso, porque seu produto preferencial de degradação é o oxigênio, um produto não poluente e indispensável para as atividades biológicas aeróbias dos ecossistemas aquáticos.

Fonte : http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/capa/campinas_e_rmc/119721-campinas-testa-ozonio-no-tratamento-da-agua.html

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Ozonioterapia pode combater até Aids! Descubra os benefícios que ozonioterapia faz

Aliado da saúde e da beleza...  " Ozônio " o mistério que faz milagres

A ozonioterapia é o tratamento feito com a utilização de ozônio, um gás formado por três átomos de oxigênio. Ainda não  muito conhecida no Brasil, a novidade chega 100 anos  após a sua descoberta em 1840 na Alemanha,  pelo Dr . Erwin Payr, médico e professor de cirurgia na Universidade de Leipzig.
O Tratamento com o ozônio já faz parte da vida Europeia a muitos anos , com aprovação  do Ministério da saúde, o tratamento é usado em Hospitais para diversos tipos de doenças, e em clínica especializadas na área da estética , contribuindo também para nossa beleza.

Vamos conhecer as vantagens da Ozonioterapia


* Tratamento contra obesidade
*Tratamento em pacientes diabéticos
*Tratamento em úlceras crônicas
* Tratamento e  prevenção de infecção 
*  Prevenção de várias doenças degenerativas
* Poder antimicrobiano
* Combate diretamente vírus, bactérias e fungos.
* Tratamento contra AIDS
* Tratamento contra Hepatite B,C
* Tratamento contra Herpes
* Tratamento em cicatrização de lesões
* Tratamento contra o Câncer
*Tratamento do "Pé diabético": pequenas lesões nos pés de diabéticos que evoluem com infecção e necrose, em geral leva à amputação de parte da perna.
* Tratamento de Beleza
* O Ozônio tem propiedades anti-stress, tonificante, hidratante, bactericida, fungicida e cicatrizante
* Combate a celulite
* Rejuvenesce
                                                                  * Elimina as toxinas 
* Ativa circulação
* Relaxante 

* Indicado para o pré e o pós-operatório em casos de lipoaspiração, lipoescultura, e minilipo, permitindo uma recuperação mais rápida. "A hidro-ozonioterapia reduz em média 40% o tempo de recuperação se comparado ao paciente que não optou por fazer o pré-operatório. Reduz em 50% o edema da área operada, 50% dos hematomas, 45% do quadro de dor e em 70% a fibrose. A hidro-ozonioterapia é uma terapia bio-oxidativa, que visa uma maior perfusão tissular de oxigênio, ajuda a melhorar rapidamente o aspecto provocado pelo trauma cirúrgico, auxiliando os glóbulos vermelhos e a hemoglobina a transportarem um número maior de moléculas de oxigênio livre".


Já pode ser encontrado no Brasil,  pois já existem excelentes aparelhos no mercado

Quem não procura qualidade de vida?  Afasta inseto , remove mofos ,virus e bacteria  www.mistercolibri.com/br/geitec



Atenção! 
Esse texto e esta coluna não substituem uma consulta ou acompanhamento de um médico, o uso deve ser com  aparelho especializado e aprovado pelo Ministério da saúde e essa informação não se caracteriza como sendo um atendimento.

Ozonio Terapia na estética (reduza celulites e espinha com água ozonizada )

A ozonioterapia é uma técnica de tratamento conhecida a mais de 100 anos, e vem sendo difundida cada vez mais.
Muitos países como Alemanha, Canadá, Cuba, Espanha, Itália e Russia entre outros, utilizam esta técnica com muito sucesso. 
Estudos italianos comprovaram que em cada 10 sessões de banho de hidro ozônioterapia regenera-se pele e orgãos em aproximadamente 20 anos . 
Ajudando nos processos anti-inflamatório, anti-estress e eliminação de gordura, edemas e celulite .
A hidro ozonioterapia é um sistema que reune uma banheira de hidro massagem com ozônio .
O ozônio quando em contato com a agua se dissolve  perdendo uma molecula , criando o oxigênio puro em estado nascente que penetra nos tecidos .
O ozônio confere um poder anti-stress, hidratante, tonificante, bactericida, fungicida e cicatrizante.Ele tambem ajuda no combate a celulite, gorduras, flacidez além de rejuvenescer os tecidos,desintoxicando e reiquilibrando o organismo .

  • Drenagem Línfatica
  • Anti-Envelhecimento
  • Pré e Pós Operatório
  • Celulite
  • Desintoxicação do Organismo
  • Stress
  • Insônia
  • Efeito relaxante
  • Cicatrizante
  • Acne
  • Queimaduras
  • Micoses
  • Necróses
  • Tendinite
  • Depressão
  • Amputação de Membros(CAUSADO POR GANGRENA)
  • Hematomas
  • Processos de Inflamação
  • Diabétes
A aplicação do ozônio como intradermoterapia vem crescendo cada vez mais, para eliminar gordura localizada, celulite e flacidez, além do tratamento de estrias e microvarizes. Produz melhora na microcirculação e na oxigenação dos tecidos.
Veja a foto de um tratamento para gordura localizada:
Antes do tratamento
Depois de 5 aplicações



ANTES / DEPOIS
Fonte :http://ozonioterapia.wordpress.com/ozonio-na-estetica/


Bio3gen no uso :
O  uso da água ozonizada através do purificador Bio3gen , usado apenas uma vez , aumentou a cicatrização das espinhas em uma pessoa ,embora não tenha laudos estéticos comprobatórios , ficou provado pelo seu uso que também é possível usar pra hidro ozonizar a pele e combater assim as espinhas , celulites e outros doenças da pele .

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Ozonioterapia no tratamento de animais

Ozonioterapia é aplicada nas criaturas em estado terminal e que não responderão à medicação convencional.
          “Os resultados têm superado as expectativas”. A afirmação é do professor César Augusto Garcia, diretor da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Uberlândia, referindo-se ao ozônio (O3) no tratamento de animais. A ozonioterapia, como é chamada, é utilizada em pesquisas nos animais do Hospital Veterinário que estão em fase terminal e não respondem ao tratamento convencional, mediante autorização do proprietário.
            A introdução da técnica no tratamento de animais começou há cinco anos na UFU, mas o professor conheceu o gás ainda em Alfenas, há 25 anos, quando era utilizado por produtores para evitar a acidificação do leite. “Os produtores borbulhavam o gás dentro do recipiente, onde era armazenado o produto. Como o ozônio é bactericida, eles evitavam que o leite ficasse azedo”, explica César.
            Antes de introduzir o ozônio em pesquisas, o gás foi testado pelo professor em diversas situações: conservação de alimentos, tratamento de efluentes, exterminações de insetos, ácaros e pragas, e esterilizações de ambientes e instrumentos cirúrgicos. “Para avaliarmos os resultados, fazíamos a contagem microbiológica antes e após o uso do gás, e percebíamos que a redução das bactérias era intensa”. Só a partir destas experiências que César optou pelo uso do ozônio no tratamento dos animais.

Tratamento
            O ozônio (O3) é um gás instável, incolor, de odor metálico, com propriedades bactericida, viricida e fungicida, e é produzido a partir do oxigênio (O2) que, ao sofrer descarga elétrica  dentro de um gerador, se divide produzindo duas moléculas de oxigênio atômico (O) que, por sua vez, se unem à outras moléculas de O2, transformando no ozônio. A fonte de O2 é uma ampola de oxigênio com 99,5% de pureza que alimenta um gerador de ozônio. O que sai do gerador, constituído de 5% de ozônio e 95% de oxigênio, é aplicado no animal.
            A aplicação do O3 pode ser sistêmica ou local, dependendo da doença. A primeira atinge todo organismo do animal e é feita por auto-hemoterapia (o sangue é retirado da jugular do animal e misturado ao ozônio e, em seguida, é aplicado novamente) e por insuflação retal (o gás é introduzido pelo reto do animal). As aplicações locais são feitas diretamente nas lesões, com o ozônio misturado a outras substâncias como água bidestilada e deionizada ou óleo de girassol, milho e oliva. A aplicação local pode ser feita também com a ajuda de um bag, saco inflável que é colocado na parte do corpo que receberá a aplicação, e ainda, peri e intravertebral, no caso de inflamações em nervos e hérnia de disco.
            A ozonioterapia já mostrou grandes resultados em diversas patologias como: habronemose (ocasionada pelo depósito de larvas de moscas sobre o ferimento), tumor sarcoide (comum em equinos), lesões por fungos e erlichiose canina (transmitida pelo carrapato). “Quando o animal está acometido da erlichiose, o número de plaquetas no sangue diminui consideravelmente. Percebemos que, após a primeira aplicação do ozônio, as plaquetas atingem valores superiores ao normal”, explica César Augusto. O uso do ozônio só não é aconselhável por inalação. “Quando inalado em grandes quantidades é tóxico, cancerígeno e pode provocar deformações genéticas. Por isso, todos os geradores, equipamentos utilizados na transformação do O2 em O3, devem ser utilizados em ambientes ventilados e possuir filtro destruidor dos resíduos”, esclarece o professor.

Fonte : http://www.dirco.ufu.br/content/ozonioterapia-no-tratamento-de-animais

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Odontologia , uso de ozonio

                                                                O que é Ozônio? Odontologia de Ozônio?
Ozono (O3) é um gás, que mata as bactérias, vírus e fungos, dentro de segundos. Tem sido usado durante muitos anos como a água comum e purificador de ar.

Como ele pode ajudar os dentes?
Usamos um pequeno laser, o Diagnodent, de olhar para dentro da superfície de seus dentes. Ele detecta áreas de Bateria que causam a cárie e nos dá uma idéia de quanto a cárie está presente. Uma xícara handpiece sucção especial (veja a imagem a baixo ) é utilizado para focar ozônio sobre a área deteriorada. Uma vez que estas bactérias têm sido eliminado, um fluido de remineralização especial é colocado sobre a área limpa que se inicia o tratamento de cura.
                                         
Ozone Dentistry
Existe alguma dor?
Não! O processo inteiro a partir das leituras de laser, a aplicação de ozono sobre o dente
para a lavagem mineral estão todos indolor.
Como faço para saber se êle é eficaz?
Em uma futura visita vamos verificar as leituras do laser DIAGNOdent. Estudos efectuados na Universidade de Belfast constatou que 10 segundos de ozono matou 99% das bactérias, vírus e fungos, que estavam presentes no dente (incluindo as bactérias dentro de um dente, que cria uma cavidade). Em um estudo, 99% das cavidades foram interrompidas. Do grupo controle, no mesmo estudo, onde os dentes foram deixados sem tratamento, 80% das cavidades se tornou pior.
Como o Ozônio é ambientalmente amigável e ajudar a purificar o ar?
Quando as moléculas de ozônio dividida em átomos individuais de oxigênio, que podem reagir quando entra em contato com um contaminante. O ozônio é tão reativo que nunca deixa de iniciar esta atividade reativa. A redução das infecções transmitidas ar está cientificamente provado. (Jakab GJ, Hmieleski RR, 1988, Wolcott JA, et al, 1982).
Esta reacção é realizada através de todo o único átomo de oxidação dos contaminantes. Como esta reacção tem lugar, ela destrói todos os contaminantes que entra em contacto com, alterando as suas propriedades físicas, resultando em contaminante não ser tóxico ou capaz de se reproduzir. As mudanças de ozônio para voltar ao oxigênio puro, tornando-ecológica.
Precisa de mais informações?


                                                     




             Faculdade de Odontologia do Royal Victoria Hospital (em Belfast, Irlanda do Norte)

                       ozone-therapy-teeth-decay.jpg

Edward Lynch e sua equipe da Faculdade de Odontologia do Royal Victoria Hospital (em Belfast, Irlanda do Norte) desenvolveram um novo método de utilização do ozônio a maré sobre o problema da cárie dentária. Atualmente, o processo está sendo analisado pelo FDA para aprovação.
Benefícios da terapia
a. No procedimento, uma pequena dose de ozônio é entregue em uma tampa de borracha selado. A tampa de borracha suga o ozônio após 20-60 segundos.
b. O processo também envolve a lavagem dos dentes, utilizando uma solução de re-mineralização e saliva para curar o poço no dente. Se o buraco no dente é muito profunda, um enchimento estética pode ser aplicado com pouca ou nenhuma perfuração.
b. Terapia de ozônio para a cárie dentária é encontrado para erradicar 99% das bactérias que causam cárie.
c. O procedimento é indolor, sem cheiro, barulho e desgosto de perfuração dental.
d. Dentistas recomendam esse procedimento uma vez a cada 6 meses.
e. O dispositivo de ozônio é fabricado pela CurOzone EUA Inc


   A ozonioterapia odontológica será de grande importância para a saúde pública, já que reduz os custos e o tempo de atendimento, dispensando em muitos casos o uso de materiais restauradores, medicamentos e equipamentos.

domingo, 17 de novembro de 2013

Tratamento de Gases Através do ozonio


Tratamento de Gases
  • Hotéis, teatros, cinemas
  • Academias
  • Petshops
  • Restaurantes
  • Banheiros públicos
  • Veículos
  • Boates, cassinos, danceterias, bingos, etc
A qualidade do ar interior de edificações comerciais ou residenciais pode ser afetada por diversos contaminantes, como moléculas aromáticas, partículas, microrganismos ou qualquer material que possa induzir condições adversas de saúde.
As principais estratégias de controle de qualidade são filtração e o uso de ventilação para diluir contaminantes. Esses são os principais métodos para melhorar a qualidade do ar interior, na maioria dos edifícios. Entretanto, em alguns casos não é possível eliminar os contaminantes ou a ventilação é insuficiente, tornando o ambiente interno desagradável por maus odores ou impróprio para a saúde.
Em ambientes sem circulação de ar, pode ocorrer a curto prazo irritação de olhos, nariz e garganta, congestão nasal, dores de cabeça, náuseas, ansiedade, reações alérgicas, espirros, tosse seca e fadiga, e a longo prazo, enfisema, asma e outras enfermidades respiratórias, hipersensibilidade, rinite alérgica, intoxicação por monóxido de carbono, gripe.
Entre os resíduos mais comuns de ambientes internos estão:
  • Cheiro de cigarro: acumulado por falta de ventilação no ambiente
  • Fungos: podem surgir pela umidade, induzido por colônias de mofo. O principal efeito adverso dos fungos vem das propriedades alergênicas das paredes celulares dos esporos e provocar episódios em pessoas que já têm asma.
  • Outros alérgenos, tais como pelos de animais e substâncias naturais liberadas no ar, como pólen de plantas.
  • Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs): são emitidos como gases de certos sólidos ou líquidos. Incluem uma variedade de produtos químicos, alguns dos quais podem ter efeitos sobre a saúde a curto e longo prazo. VOCs são emitidos por uma ampla gama de produtos como, por exemplo, tintas e vernizes, decapantes, produtos de limpeza, pesticidas, colas e adesivos, etc
  • Bactérias em geral e Legionella: a Leigionella é uma bactéria que pode causar Legionelose. A principal via de administração é por meio da criação de um efeito de aerossol, geralmente a partir de torres de arrefecimento por evaporação ou pulverização. Uma fonte comum de Legionella em edifícios comerciais são as torres de resfriamento em sistemas de refrigeração, que muitas vezes liberam a água em aerossol, que podem entrar nas vias aéreas. Podem causar surtos em centros médicos e asilos, onde pacientes imunossuprimidos são os casos mais comuns de legionelose.
Neste cenário, o uso de tecnologia de ozônio pode contribuir para elevar os padrões de qualidade do ar, seja por controle microbiano, seja por oxidar moléculas tóxicas ou de odor. O ozônio é uma alternativa para controle da contaminação ambiental em ambientes que requerem tratamento do ar. Como não gera resíduo, é considerada tecnologia limpa que ajuda a proteger o meio ambiente, sendo capaz de:
ELIMINAR ODORES: diferentemente dos aromatizadores, o ozônio não encobre ou disfarça os odores: ele oxida os compostos voláteis que geram odores. É muito útil para eliminar – verdadeiramente – o cheiro de cigarro e odores dos animais.
ELIMINA MOFO e MICROGANISMOS: Pela sua capacidade oxidante, o ozônio pode eliminar mofo e bolor, sendo também recomendado para evitar a proliferação de parasitas causadores de alergias, fungos e ácaros. É muito útil na desinfecção de lugares fechados por períodos longos.
EVITAR CONTAMINAÇÃO DE DUTOS E CLIMATIZADORES: ele evita a acumulação de contaminantes no interior dos dutos e filtros, evitando manutenções desnecessárias.
É importante salientar que a utilização do ozônio deve ser controlada. Os níveis são dimensionados de acordo com o ambiente para evitar excessos que possam ser inalados.
Componentes de Odor Eficiência do O3
Acetaldeído            96%
Amônia           70%
Metil mercaptano          100%
Sulfeto de hidrogênio           97%
Dissulfeto de Metila          97%