Uma única injeção de ozônio é capaz de melhorar a hérnia de disco que provoca fortes dores nas costas. A conclusão foi obtida em estudo apresentado em congresso de radiologia na América do Norte.
A pesquisa foi realizada com 327 voluntários que sentiam dores fortes nas costas há muito tempo e não obtiveram nenhuma melhora com nenhum dos tratamentos anteriores.
O gás poluente, que pode fazer mal aos pulmões, tem sido usado recentemente em pesquisas para remediar dores nas costas.
O tratamento comum envolve fisioterapia e medicamentos, mas mesmo assim muitas pessoas precisam fazer uma intervenção cirúrgica. A ideia é que o tratamento com ozônio reduza o número de operações.
Depois de uma injeção do gás, 37% dos voluntários melhoraram após seis meses. Apenas 22% não relataram nenhum sinal de melhoria e 7% se sentiram pior do que antes de passar pelo tratamento.
Antes de ser injetado, o gás é misturado com esteroides, que ajudam a diminuir a inflamação e o paciente recebe uma anestesia local.
Cientistas observaram em radiografias que a inflamação diminuiu, em média, entre dois e 15%. Eles acreditam que o gás possui prostaglandinas, substância que ajuda a eliminar a inflamação e a dor.
Fonte : Uol
Bio3gen não é utilizado pra fins medicinais , esta matéria é apenas informativa
O ozônio ou ozono, conhecido como trioxigênio ou trioxigénio segundo a nomenclatura da IUPAC, é um alótropo triatômico do oxigênio muito menos estável que o diatômico O₂. É uma molécula composta por três átomos de oxigênio. Remove: bactérias,ácaros, vírus, odores, mofo e afasta insetos
terça-feira, 11 de agosto de 2015
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
O perigo dos agrotóxicos
Anvisa revelou que 36% das amostras de alimentos estavam impróprias para o consumo
por Fernando Carneiro
O agronegócio brasileiro vem pressionando a Presidência da República e o Congresso para diminuir o papel do setor de saúde na liberação dos agrotóxicos. O Brasil é o maior consumidor desses venenos no planeta e a cada dia se torna mais dependente deles. Qual o impacto que essas medidas terão na saúde da população brasileira?
No Brasil, a cada ano, cerca de 500 mil pessoas são contaminadas, segundo o Sistema Único de Saúde (SUS) e estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os brasileiros estão consumindo alimentos com resíduos de agrotóxicos acima do limite permitido e ingerindo substâncias tóxicas não autorizadas.
Em outubro, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) revelou que 36% das amostras analisadas de frutas, verduras, legumes e cereais estavam impróprias para o consumo humano ou traziam substâncias proibidas no Brasil, tendência crescente nos últimos anos.
Os agrotóxicos afetam a saúde dos consumidores, moradores do entorno de áreas de produção agrícola ou de agrotóxicos, comunidades atingidas por resíduos de pulverização aérea e trabalhadores expostos. Mesmo frente a esse quadro, mais dramática é a ofensiva do agronegócio e sua bancada ruralista para aprofundar a desregulamentação do processo de registro no país.
Qualquer agrotóxico, para ser registrado, precisa ser analisado por equipes técnicas dos ministérios da Agricultura, Saúde e Meio Ambiente. Inspirados na CTNBIO, instância criada para avaliar os transgênicos, que até hoje autorizou 100% dos pedidos de liberação a ela submetidos, os ruralistas querem a criação da CTNAGRO, na qual o olhar da saúde e meio ambiente deixaria de ser determinantes para a decisão.
Quem ganha e quem perde com essa medida? Não há dúvida que entre os beneficiários diretos está o grande agronegócio, que tem na sua essência a monocultura para exportação. Esse tipo de produção não pode viver sem o veneno porque se baseia no domínio de uma só espécie vegetal, como a soja. Por isso, a cada dia, surgem novas superpragas, que, associadas aos transgênicos, têm exigido a liberação de agrotóxicos até então não autorizados para o Brasil. O mais recente caso foi a autorização emergencial do benzoato de amamectina usado para combater a lagarta Helicoverpa, que está dizimando as lavouras de soja de norte a sul do país. A lei que garantiu a liberação desse veneno tramitou e foi aprovada em um mês pelo Congresso e pela Presidência da República.
A pergunta que não quer calar é: no momento em que a população brasileira espera um Estado que garanta o direito constitucional à saúde e ao ambiente, por que estamos vendo o contrário? Na maioria dos estados brasileiros os agrotóxicos não pagam impostos.
O Estado brasileiro tem sido forte para liberalizar o uso de agrotóxicos, mas fraco para monitorar e controlar seus danos à saúde e ao ambiente. Enquanto isso, todos nós estamos pagando para ser contaminados...
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/o-perigo-dos-agrotoxicos-11386588#ixzz3M6KTG8NY
Bio3gen torna os alimentos orgânicos , retirando qualquer resíduo de agrotóxico, não perca tempo adquira já o seu pelo e-mail geigyson@hotmail.com
sábado, 29 de novembro de 2014
A revolução chegou , que tal água , ar e alimentos totalmente purificados ?
A
a mais nova forma de tornar os alimentos saudáveis, a água fica livre
de bactérias, vírus e protozoários e o ar ficar livre de ácaros, e
fungos, reduzindo assim os agentes patogênicos causadores de doenças transmitidas pelo ar. Trouxe o Bio3Gen, que é um equipamento leve de apenas 1,20 kg e dimensões de 29x29x7.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Tratar a água com Ozônio faz bem à saúde
A água é essencial para a saúde, porém deve ser de qualidade para suprir as necessidades diárias. Os tratamentos que existem são diversos: oxigênio, cloro, alguns produtos químicos específicos e ainda o ozônio. Este último, com sua ação oxidante, é mais rápido na desinfecção da água e ainda proporciona diversos benefícios.
A habilidade do ozônio para desinfecção de água foi descoberta em 1886 e em 1891 começaram os testes pilotos para utilizar a substância para purificar água. A primeira vez que o ozônio foi usado para tratamento de água, em larga escala, foi em Oudshoorm, na Holanda.
Para tratar a água com ozônio é preciso instalar um equipamento que irá captar o ar do ambiente e transportá-lo até a caixa d’água ou reservatório e uma reação química irá transformar o oxigênio em ozônio.
Veja abaixo alguns benefícios de tratar a água com ozônio:
Purifica o sangue
Beber água ozonizada auxilia na purificação do sangue, uma vez que a molécula extra que se prende às impurezas, vírus e bactérias, irá morrer por oxidação.
Limpa o sistema circulatório
Como a água ozonizada limpa as impurezas do sangue, a circulação sanguínea é melhorada. Pessoas com doenças circulatórias são as mais beneficiadas, pois o ozônio na corrente sanguínea pode eliminar ou pelo menos reduzir os agrupamentos de hemácias, deixando o sangue fluir com facilidade.
Combate tumores
A água ozonizada oxida malignidades, atacando e quebrando células tumorais. O ozônio estimula a conversão de arginina para citrulina, nitrito e nitrato por fagócitos, promovendo sua ação em tumores.
Fonte: http://www.fazforte.com.br
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Ozonioterapia e seus resultados surpreendentes!
Ozonoterapia médica e seus resultados surpreendentes quer conhecer os médicos na tua região , envie e-mail ou fale com www.aboz.org.br
Obs : Bio3gen não é usado pra ozonoterapia , apenas pra purificação de água , alimentos e ambiente
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Comportamento de componentes bioquímicos do sangue em equinos submetidos à ozonioterapia
O comportamento de constituintes bioquímicos sanguíneos (glicose, fibrinogênio, creatina fosfoquinase e gama-glutamiltransferase) foi monitorado, in vivo, em 12 equinos mestiços (seis machos e seis fêmeas), com idade entre 4 e 20 anos, submetidos à ozonioterapia. O tratamento foi realizado mediante administração de 500 ou 1000mL da mistura de oxigênio-ozônio (O2-O3) por via intravenosa, a cada três dias, durante 24 dias. Os equinos foram distribuídos em quatro grupos: MT500 constituído por três machos tratados com 500mL; MT1000 por três machos tratados com 1000mL; FT500, por três fêmeas tratadas com 500mL e FT1000, por três fêmeas tratadas com 1000mL. A ozonioterapia por via intravenosa não ocasionou alterações clínicas nos equinos. Os valores médios mínimos e máximos de glicose, fibrinogênio, creatina fosfoquinase e gama-glutamiltransferase mantiveram-se dentro dos limites de referência para a espécie equina. Houve diminuição nas concentrações da glicose e gama-glutamiltransferase ao longo dos períodos de aplicação e aumento nos valores do fibrinogênio. A creatina fosfoquinase não sofreu efeito do tratamento.
Em nenhum momento do período experimental, os animais demonstraram incômodo ou alteração do comportamento durante a ozonioterapia. Além disso, apresentaram valores de variáveis físicas considerados de referência para a espécie. Os valores médios de temperatura corporal, frequência cardíaca e respiratória foram de 37,01°C, 34bpm e de 24 respirações/minuto, respectivamente. As mucosas permaneceram róseas e com aspecto úmido, e o tempo de enchimento capilar foi inferior a dois segundos.
As médias dos valores mínimos (77,75mg/dL) e máximos (102,75mg/dL) obtidos para a concentração de glicose durante a ozonioterapia encontraram-se dentro do intervalo considerado de referência (75-115mg/dL) para a espécie equina (Meyer et al., 1995; Kaneko et al., 1997). Observou-se decréscimo (P<0,05) na concentração da glicose (Fig. 1a) a partir da primeira aplicação do ozônio para os grupos MT500 e MT1000. A partir da quarta aplicação, os grupos experimentais MT1000 e FT500 apresentaram médias semelhantes (P>0,0027), enquanto MT500 e FT1000 apresentaram médias abaixo (P<0,0027) do LIC. No 10º período (Fig. 1a), os quatro grupos convergiram para valores próximos.
A redução da glicose pelo ozônio pode ser decorrente de glicólise, já mencionada por Bulies (1996) em humanos. Segundo Viebahn (1985), além da via glicolítica normal da hexoquinase, a transformação metabólica da glicose induzida pelo ozônio acontece por meio da via do ciclo das pentoses. Outro aspecto que pode ser mencionado é o aumento da atividade muscular, que, segundo Mutis-Barreto e Pérez-Jimenez (2005), resulta em glicólise ao induzir o trabalho muscular cardíaco.
A exposição de equinos sadios a 500 e 1000mL da mistura terapêutica de ozônio, mediante administração intravenosa, não acarreta alterações clínicas avaliadas por temperatura corporal, frequências cardíaca e respiratória, coloração das mucosas e tempo de enchimento capilar. A ozonioterapia diminui discretamente os valores de gama-glutamiltransferase, sendo de valor em animais submetidos a exercícios extenuantes. Entretanto, como a terapia por ozônio também ocasiona discreta diminuição na concentração da glicose, deve-se monitorar a glicemia nos animais durante a sua administração. A ozonioterapia aumenta discretamente os valores de fibrinogênio em equinos, podendo ter efeito benéfico nos processos cicatriciais. A creatina fosfoquinase não sofre efeito da ozonioterapia por via intravenosa.
Fonte : http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-09352009000300003
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Gás ozônio ajuda produtores de PE a prolongar a qualidade das frutas
Aplicação do gás ajuda a conservar a qualidade por mais tempo.
Técnica vem apresentando bons resultados.
Paulo Ricardo Sobral
Do Globo Rural
Edição do dia 20/11/2014
20/11/2014 07h41
- Atualizado em
20/11/2014 07h46Com duas plantações de manga, somando 50 hectares de área, Ivanildo da Silva cultiva três variedades diferentes em Petrolina, Pernambuco. São duas safras por ano, colhendo cerca de 900 toneladas da fruta. A correria na câmara de embalagens, na propriedade mesmo, é para que elas cheguem ainda frescas aos compradores, mas é tanta manga que às vezes não dá tempo e a conservação acaba prejudicada. Manchas pretas são suficientes para uma rejeição de mercado e o jeito foi buscar alternativas.
Outros produtores da região dizem que não têm mais problemas com a conservação das mangas depois que começaram a utilizar a técnica de aplicação de ozônio no pós-colheita. A técnica elimina a possibilidade de contaminação e aumenta o tempo de vida útil da fruta. Como não deixa resíduos químicos, é considerada uma tecnologia limpa.
O ozônio é um gás sem cor, existente na atmosfera, e formado a partir do oxigênio do próprio ambiente. Para os especialistas, ele é um excelente agente oxidante, que elimina vírus, bactérias, protozoários e fungos, prolongando a cor e o sabor dos alimentos.
Cláudio Pinheiro, químico industrial, explica que o atraso no amadurecimento, depois da colheita, chega a ser de até 10 dias, se comparado com as formas de conservação convencionais.
A instalação do equipamento que aplica ozônio em câmaras frias custa cerca de R$ 3 mil, mas depois disso, o agricultor não precisa gastar mais com manutenção ou reposição.
A técnica está sendo testada nas uvas, neste caso, ainda no campo e com um gerador portátil
Fonte : http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2014/11/gas-ozonio-ajuda-produtores-de-pe-prolongar-qualidade-das-frutas.html
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