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domingo, 23 de agosto de 2015

Trate piscina com ozônio !

As Vantagens da Piscina Ozonizada Piscinas: como passar o verão sem uma? A menos que você more perto da praia, um mergulhinho numa linda piscina azul está nos planos do brasileiro na época mais quente do ano. Problemas Causados pelo Cloro Piscinas refrescam, permitem a prática de esportes, divertem as crianças… mas podem causar alergias, principalmente entre os pequenos, que são sempre mais suscetíveis. menininha piscinaIsso acontece porque, quando o cloro entra em contato com as impurezas da água, os gases cloraminas são liberados e podem causar irritações nas vias aéreas. O cloro também irrita as mucosas oculares, a pele e pode causar rinite alérgica. Coceiras e erupções cutâneas, assim como a própria asma para a qual a natação é tão indicada, podem ocorrer – assim como o ressecamento e esverdeamento dos cabelos e o desgaste das fibras das roupas de banho. Se a piscina contiver cloro em demasia, esses problemas tendem a se agravar. Piscinas: Ozônio como Alternativa ao Cloro Diante dessa questão muitos clubes, hotéis, spas e condomínios estão cada vez mais adotando a técnica de ozonização (ou “ozônio ativo”) de piscinas como alternativa ao cloro tradicional. Nos Estados Unidos, cerca de 65% das piscinas são tratadas dessa forma. Além de não provocar as irritações e alergias próprias das águas cloradas, o ozônio consegue destruir mais tipos de microorganismos (como a Giárdia e o Cryptosporidium, que o cloro não consegue), e cerca de 3 mil vezes mais rapidamente que o cloro. Inclusive, uma das substâncias que o ozônio elimina são as cloramidas – justamente as que causam o mal-estar das piscinas cloradas. O ozônio é considerado um oxidante de impurezas forte – cerca de 100 vezes mais que o cloro, que é considerado fraco pelos especialistas. E como é mais eficiente, os casos de otite também caem muito. Como o Ozônio Purifica a Piscina Ao contrário do cloro, que é uma substância química, o ozônio é um processo natural, formado a partir do oxigênio presente no ar. O processo de ozonização da água consiste em transformar adicionar mais uma molécula ao oxigênio (O2), transformando-o em O3. Em seguida o ozônio é misturado na água, desinfeccionando-a. Feito isso, ele volta de O3 para O2, sem deixar resíduos na água. A piscina tratada com ozônio ainda precisa de uma dose de cloro (o “cloro residual”). Esta é, inclusive, uma determinação prevista por lei. No entanto a dose do cloro é muito menor, e não provoca os malefícios habituais à saúde.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Ozônio no capacete !

Equipamento de proteção de uso obrigatório, o capacete pode se transformar em uma incubadora de fungos, bactérias e ácaros que se proliferam em ambientes escuros e úmidos. A grande concentração destes microrganismos pode provocar problemas respiratórios e irritação nos olhos e nas mucosas do nariz e da boca e, em casos extremos, até gerar microtoxinas cancerígenas.
Tudo é uma questão de higiene. Por isso o capacete deve ser comparado a uma roupa íntima: a gente nunca empresta e deve ser lavado com sabão neutro. Quem quer mais eficiência na limpeza do equipamento ainda pode recorrer a outros recursos, como a higienização por ozônio, por exemplo, que dura cerca de 30 minutos.
Dentro do casco
Os capacetes são compostos por diversas partes removíveis e laváveis, algo que deve ser feito, segundo os fabricantes, a cada 30 dias no verão e a cada 60 dias no inverno. “Para essa higienização, todos os acessórios removíveis do capacete – forro, narigueira e viseira – precisam ser retirados e lavados em separado. Pode se utilizar água morna, shampoo infantil, sabão neutro ou de coco, ou seja, produtos com Ph Neutro. Conte também com o auxílio de uma escova de cerdas macias”, explica Karin Obertopp, gerente de Marketing da BR Motorsport, importadora e distribuidora dos capacetes da marcas AGV, LS2 e NoRisk.
Segundo Karin Obertopp, após a lavagem é só enxaguar com água morna e deixar secar na sombra, lembrando que a exposição ao sol pode reduzir a vida útil dos componentes do capacete. O mesmo pode acontecer ao utilizar água quente, escovões, ou outros instrumentos de cerdas espessas, e produtos abrasivos que comprometem a durabilidade do tecido.
Parte externa
A viseira deve ser lavada à mão apenas com água corrente, especialmente se tiver algum tipo de tratamento (antiembaçante, antirriscos, UV etc). Utilizar sabão ou esponjas em sua limpeza pode danificar as propriedades do mesmo. A secagem também deve ser feita à sombra. É recomendado ainda a aplicação de cera protetora automotiva, a mesma utilizada na lataria dos carros. Depois de limpo – seguindo o mesmo procedimento da viseira –, o casco também pode receber uma camada de cera automotiva, que o protegerá das ações do sol.
Higienização por ozônio 
Os processos tradicionais de limpeza utilizam produtos químicos e procedimentos que não garantem 100% de eficiência na limpeza do capacete. O ozônio, 100% natural, não deixa resíduos ou odores. O recomendável é fazer este tipo de higienização a cada dois meses. A higienização por ozônio elimina riscos de contaminação de doenças, cheiros desagradáveis e oferece uma sensação de estar usando um produto novo, que acabou de sair da caixa. A higienização por ozônio pode ser encontrada em algumas concessionárias e lojas especializadas.
Fonte: Agência Infomoto

Dicas : Em Fortaleza temos uma empresa que realiza ozonização em capacetes a  5s ,assista o video e contrate , ou adquira nosso aparelho para fazer em casa



terça-feira, 18 de agosto de 2015

Substitua o bochecho de flúor ,por bochecho de ozônio !



Na prática odontológica, o ozônio tem sido proposto como uma alternativa antisséptica, graças à potente ação antimicrobiana e alta biocompatilibilidade. As novas estratégias terapêuticas para tratamento da infecção e inflamação devem levar em consideração não apenas o poder antimicrobiano das substâncias utilizadas, mas também a influência que esta exerce sobre a resposta imune do paciente.
A água ozonizada tem mostrado, por meio das pesquisas, incrível aplicabilidade com resultados realmente promissores. A periodontia advoga o uso da água ozonizada em bochechos, diminuindo a adesão de placa à superfície dental, assim como neutralizando totalmente culturas de Staphylococcus aureus. Ainda na periodontia, a água ozonizada mostrou-se mais biocompatível quando comparada a outros antissépticos, inclusive o próprio gás ozônio, quando aplicada em célula epitelial oral e fibroblasto de gengiva.Foi demonstrada a eficiente ação da água ozonizada na redução de Candida albicans aderidas às próteses totais.
Já o óleo ozonizado também apresentou excelentes resultados no tratamento de alveolites. Quando comparado com o tratamento convencional apresentou um nível de cura superior, com diferença estatisticamente significante a importante ação do óleo no tratamento local de feridas herpéticas e osteomielites.
A aplicação do gás ozônio também é uma proposta pertinente e com resultados excelentes. A cariologia é a área que apresenta maior quantidade de estudos relacionados. O gás mostrou-se extremamente eficaz na sua aplicação, reduzindo 99,9% da microbiota em 20 segundos de aplicação em cáries incipientes e de raiz. Neste caso, a aplicação do gás é feita por meio de um gerador de ozônio especificamente desenvolvido para a Odontologia. Entretanto, estudos apontam a ineficácia do ozônio em atuar nos tecidos mais profundos à cárie.
Em um estudo in vitro, foi comparada a ação do gás ozônio ao laser KPT em dentes extraídos e contaminados com Enterococcus faecalis e foi concluído que o ozônio foi mais eficaz na redução microbiana que o laser.
Diante de toda a literatura científica disponível pode-se concluir que a ozonioterapia apresenta-se atualmente como uma ferramenta imprescindível ao arsenal clínico do cirurgião dentista. Sua atividade antimicrobiana e biocompatibilidade tão marcante tornam o tratamento odontológico mais biológico, menos doloroso e absolutamente mais confiável.
O fluoreto usado em nossa água é uma substância altamente tóxica e que até nas concentrações usadas na água, produz doenças físicas, limita nossa inteligência e reduz nosso nível de energia.



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Óleo Ozonizado

Esta semana algumas variaçoes da forma de utilizar o ozônio 

Em estudos realizados em Cuba demonstram que o Ozônio, em veículo oleoso, pode se manter estável por mais de 6 meses. Os melhores óleos são o azeite de oliva e  o óleo de coco, mas o óleo que mais mantém as propriedades do O³ é o Óleo de Girassol. O uso deste óleo ozonizado é para as lesões de pele, para clientes que não tenham acesso a geradores de ozônio no cotidiano, o que lhes permite levar o óleo de ozônio para casa, e utilizá-los em feridas, como umectante, para as feridas, como substituto a água ozonizada.
O óleo ozonizado possui ação Germicida, Anti-inflamatória, Cicatrizante e Estimulante local.
Principais aplicações tópicas do óleo ozonizado:
-Ulceras de pele; infecções nas unhas; feridas cutâneas;
-Infecções da pele: Bacteriana, Fúngica e Viral;
-Queimaduras;
-Lesões por traumas; cirurgia/sutura; Picadas de insetos;
-Herpes Simples; Herpes Zoster;
-Onicomicose;
-Otites entre outras aplicações.

O óleo ozonizado possui excelente ação antimicrobiana, também possui um excelente potencial cicatrizante, ação anti-inflamatória e efeitos protetores de pele. O ozônio misturado no azeite de oliva ou girassol possui características antimicrobianas, ativação da oxigenação tecidual e propriedades cicatrizantes



Obs ; O Bio3gem ainda não foi testado na ozonização de óleo de coco ou óleo de Girassol , em breve testaremos .

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Ozônio em tratamento de Piscina

  

A água fica limpa e saudável

O novo tratamento de água de piscina usando o gás ozônio é uma excelente saída.

Mais saúde e menos química

  • o ozônio é mais vantajoso e versátil.
  • oxida compostos orgânicos e inorgânicos
  • as crianças vão poder ficar na piscina por todo aquele com muito mais segurança.
  • deixa a água mais saudável para quem possui problemas alérgicos e respiratórios (rinite, asma, bronquite)
  • não deixa os olhos ardendo
  • previne micoses e outras doenças da pele
  • elimina todos os micro-organismos da água, inclusive o causador da inflamação do ouvido (otite)
  • não deixa os cabelos esverdeados, nem mudam de cor
  • a pele não fica ressecada
  • não descolore biquinis nem sungas
  • não descolore piscina de vinil
  • não deixa cheiro na água
  • água livre de cloro (reduz ao mínimo determinado pelo governo)


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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Ozonioterapia trata doenças circulatórias e ajuda a emagrecer

Técnica terapêutica milenar, a ozonioterapia (ou ozonoterapia) consiste na aplicação de ozônio medicinal no corpo do paciente para tratar inúmeras enfermidades. Os benefícios são diversos, mas concentram-se no alto poder da estimulação dacirculação sanguínea que componente apresenta.
A técnica foi bastante aplicada durante a 1ª Guerra Mundial para estancar e cicatrizar feridas dos soldados, graças às suas propriedades anti-inflamatórias, anti-infecciosas e regeneradoras.

Ozônio medicinal

O gás ozônio é composto por três átomos de oxigênio (O3) e encontrado na natureza. Porém, por ser muito instável (em pouco tempo perde a terceira molécula e volta a ser oxigênio, ou O2), deve ser produzido no próprio consultório onde a terapia será realizada, por meio de um aparelho gerador de ozônio.
A substância é um poderoso antioxidante e vasodilatador. Melhora a oxigenação dos tecidos, ajuda a aumentar a imunidade e combate agentes infecciosos, como vírus, bactérias e fungos. Além disso, sua aplicação aumenta o metabolismo e os níveis de energia do corpo, alivia dores, trata infecções, acelera a regeneração tissular e desentoxica o organismo.

Doenças tratáveis

Graças ao poder de melhora da circulação e oxigenação do organismo, o ozônio pode ser usado para tratar e até curar uma enormidade de doenças. Algumas são:
  • Terapia trata inúmeras condições, incluindo acne e inflamações de pele (Thinkstock)Terapia trata inúmeras condições, incluindo acne e inflamações de pele (Thinkstock)
    Asma e angina de peito
  • Enxaquecas
  • Cansaço e fadiga
  • Artrite reumatoide
  • Úlceras crônicas
  • Hérnia de disco
  • Dores lombares
  • Acne, alergias e inflamações da pele
  • Psoríase
  • Micoses
  • Diabetes e “pé diabético” (infecções no pé que podem levar à necrose e amputação)
  • Obesidade
  • Varizes
  • Celulite e gordura localizada
  • Candidíase
  • Colite
  • Fístulas
  • Herpes
  • Hepatite C
  • AIDS
  • Alzheimer e Parkinson

A ozonioterapia também é usada pela Odontologia e Veterinária.

Formas de aplicação

A taxa de concentração de ozônio a ser aplicada depende da finalidade da terapia, assim como o preço. Ela pode variar entre 1 e 100 mg/L, sendo que a quantidade é determinada pelo profissional. A aplicação pode ser feita de algumas formas. As mais comuns são:
Injeção subcutânea. O gás é injetado sob a pele.

Auto-hemotransfusão. O sangue do paciente é retirado do organismo, misturado ao O3 e, depois, reintroduzido.
Aplicação externa. O gás de ozônio é vaporizado diretamente na pele.
Óleos ozonizados. São aplicados localmente por meio de massagem.
O gás não pode ser inalado diretamente, pois se torna tóxico.

Onde fazer

Para ter acesso à lista de profissionais regulamentados que fazem uso da aplicação de ozônio, entre em contato com a Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ).



terça-feira, 11 de agosto de 2015

Injeção de ozônio melhora hérnia de disco, diz estudo

Uma única injeção de ozônio é capaz de melhorar a hérnia de disco que provoca fortes dores nas costas. A conclusão foi obtida em estudo apresentado em congresso de radiologia na América do Norte. A pesquisa foi realizada com 327 voluntários que sentiam dores fortes nas costas há muito tempo e não obtiveram nenhuma melhora com nenhum dos tratamentos anteriores. O gás poluente, que pode fazer mal aos pulmões, tem sido usado recentemente em pesquisas para remediar dores nas costas. O tratamento comum envolve fisioterapia e medicamentos, mas mesmo assim muitas pessoas precisam fazer uma intervenção cirúrgica. A ideia é que o tratamento com ozônio reduza o número de operações. Depois de uma injeção do gás, 37% dos voluntários melhoraram após seis meses. Apenas 22% não relataram nenhum sinal de melhoria e 7% se sentiram pior do que antes de passar pelo tratamento. Antes de ser injetado, o gás é misturado com esteroides, que ajudam a diminuir a inflamação e o paciente recebe uma anestesia local. Cientistas observaram em radiografias que a inflamação diminuiu, em média, entre dois e 15%. Eles acreditam que o gás possui prostaglandinas, substância que ajuda a eliminar a inflamação e a dor.

Fonte : Uol

Bio3gen não é utilizado pra fins medicinais  , esta matéria é apenas informativa