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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Ozonioterapia trata doenças circulatórias e ajuda a emagrecer

Técnica terapêutica milenar, a ozonioterapia (ou ozonoterapia) consiste na aplicação de ozônio medicinal no corpo do paciente para tratar inúmeras enfermidades. Os benefícios são diversos, mas concentram-se no alto poder da estimulação dacirculação sanguínea que componente apresenta.
A técnica foi bastante aplicada durante a 1ª Guerra Mundial para estancar e cicatrizar feridas dos soldados, graças às suas propriedades anti-inflamatórias, anti-infecciosas e regeneradoras.

Ozônio medicinal

O gás ozônio é composto por três átomos de oxigênio (O3) e encontrado na natureza. Porém, por ser muito instável (em pouco tempo perde a terceira molécula e volta a ser oxigênio, ou O2), deve ser produzido no próprio consultório onde a terapia será realizada, por meio de um aparelho gerador de ozônio.
A substância é um poderoso antioxidante e vasodilatador. Melhora a oxigenação dos tecidos, ajuda a aumentar a imunidade e combate agentes infecciosos, como vírus, bactérias e fungos. Além disso, sua aplicação aumenta o metabolismo e os níveis de energia do corpo, alivia dores, trata infecções, acelera a regeneração tissular e desentoxica o organismo.

Doenças tratáveis

Graças ao poder de melhora da circulação e oxigenação do organismo, o ozônio pode ser usado para tratar e até curar uma enormidade de doenças. Algumas são:
  • Terapia trata inúmeras condições, incluindo acne e inflamações de pele (Thinkstock)Terapia trata inúmeras condições, incluindo acne e inflamações de pele (Thinkstock)
    Asma e angina de peito
  • Enxaquecas
  • Cansaço e fadiga
  • Artrite reumatoide
  • Úlceras crônicas
  • Hérnia de disco
  • Dores lombares
  • Acne, alergias e inflamações da pele
  • Psoríase
  • Micoses
  • Diabetes e “pé diabético” (infecções no pé que podem levar à necrose e amputação)
  • Obesidade
  • Varizes
  • Celulite e gordura localizada
  • Candidíase
  • Colite
  • Fístulas
  • Herpes
  • Hepatite C
  • AIDS
  • Alzheimer e Parkinson

A ozonioterapia também é usada pela Odontologia e Veterinária.

Formas de aplicação

A taxa de concentração de ozônio a ser aplicada depende da finalidade da terapia, assim como o preço. Ela pode variar entre 1 e 100 mg/L, sendo que a quantidade é determinada pelo profissional. A aplicação pode ser feita de algumas formas. As mais comuns são:
Injeção subcutânea. O gás é injetado sob a pele.

Auto-hemotransfusão. O sangue do paciente é retirado do organismo, misturado ao O3 e, depois, reintroduzido.
Aplicação externa. O gás de ozônio é vaporizado diretamente na pele.
Óleos ozonizados. São aplicados localmente por meio de massagem.
O gás não pode ser inalado diretamente, pois se torna tóxico.

Onde fazer

Para ter acesso à lista de profissionais regulamentados que fazem uso da aplicação de ozônio, entre em contato com a Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ).



terça-feira, 11 de agosto de 2015

Injeção de ozônio melhora hérnia de disco, diz estudo

Uma única injeção de ozônio é capaz de melhorar a hérnia de disco que provoca fortes dores nas costas. A conclusão foi obtida em estudo apresentado em congresso de radiologia na América do Norte. A pesquisa foi realizada com 327 voluntários que sentiam dores fortes nas costas há muito tempo e não obtiveram nenhuma melhora com nenhum dos tratamentos anteriores. O gás poluente, que pode fazer mal aos pulmões, tem sido usado recentemente em pesquisas para remediar dores nas costas. O tratamento comum envolve fisioterapia e medicamentos, mas mesmo assim muitas pessoas precisam fazer uma intervenção cirúrgica. A ideia é que o tratamento com ozônio reduza o número de operações. Depois de uma injeção do gás, 37% dos voluntários melhoraram após seis meses. Apenas 22% não relataram nenhum sinal de melhoria e 7% se sentiram pior do que antes de passar pelo tratamento. Antes de ser injetado, o gás é misturado com esteroides, que ajudam a diminuir a inflamação e o paciente recebe uma anestesia local. Cientistas observaram em radiografias que a inflamação diminuiu, em média, entre dois e 15%. Eles acreditam que o gás possui prostaglandinas, substância que ajuda a eliminar a inflamação e a dor.

Fonte : Uol

Bio3gen não é utilizado pra fins medicinais  , esta matéria é apenas informativa

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O perigo dos agrotóxicos

Anvisa revelou que 36% das amostras de alimentos estavam impróprias para o consumo

por



O agronegócio brasileiro vem pressionando a Presidência da República e o Congresso para diminuir o papel do setor de saúde na liberação dos agrotóxicos. O Brasil é o maior consumidor desses venenos no planeta e a cada dia se torna mais dependente deles. Qual o impacto que essas medidas terão na saúde da população brasileira?
No Brasil, a cada ano, cerca de 500 mil pessoas são contaminadas, segundo o Sistema Único de Saúde (SUS) e estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os brasileiros estão consumindo alimentos com resíduos de agrotóxicos acima do limite permitido e ingerindo substâncias tóxicas não autorizadas.
Em outubro, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) revelou que 36% das amostras analisadas de frutas, verduras, legumes e cereais estavam impróprias para o consumo humano ou traziam substâncias proibidas no Brasil, tendência crescente nos últimos anos.
Os agrotóxicos afetam a saúde dos consumidores, moradores do entorno de áreas de produção agrícola ou de agrotóxicos, comunidades atingidas por resíduos de pulverização aérea e trabalhadores expostos. Mesmo frente a esse quadro, mais dramática é a ofensiva do agronegócio e sua bancada ruralista para aprofundar a desregulamentação do processo de registro no país.
Qualquer agrotóxico, para ser registrado, precisa ser analisado por equipes técnicas dos ministérios da Agricultura, Saúde e Meio Ambiente. Inspirados na CTNBIO, instância criada para avaliar os transgênicos, que até hoje autorizou 100% dos pedidos de liberação a ela submetidos, os ruralistas querem a criação da CTNAGRO, na qual o olhar da saúde e meio ambiente deixaria de ser determinantes para a decisão.
Quem ganha e quem perde com essa medida? Não há dúvida que entre os beneficiários diretos está o grande agronegócio, que tem na sua essência a monocultura para exportação. Esse tipo de produção não pode viver sem o veneno porque se baseia no domínio de uma só espécie vegetal, como a soja. Por isso, a cada dia, surgem novas superpragas, que, associadas aos transgênicos, têm exigido a liberação de agrotóxicos até então não autorizados para o Brasil. O mais recente caso foi a autorização emergencial do benzoato de amamectina usado para combater a lagarta Helicoverpa, que está dizimando as lavouras de soja de norte a sul do país. A lei que garantiu a liberação desse veneno tramitou e foi aprovada em um mês pelo Congresso e pela Presidência da República.
A pergunta que não quer calar é: no momento em que a população brasileira espera um Estado que garanta o direito constitucional à saúde e ao ambiente, por que estamos vendo o contrário? Na maioria dos estados brasileiros os agrotóxicos não pagam impostos.
O Estado brasileiro tem sido forte para liberalizar o uso de agrotóxicos, mas fraco para monitorar e controlar seus danos à saúde e ao ambiente. Enquanto isso, todos nós estamos pagando para ser contaminados...

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sábado, 29 de novembro de 2014

A revolução chegou , que tal água , ar e alimentos totalmente purificados ?

A a mais nova forma de tornar os alimentos saudáveis, a água fica livre de bactérias, vírus e protozoários e o ar ficar livre de ácaros, e fungos, reduzindo assim os agentes patogênicos causadores de doenças transmitidas pelo ar. Trouxe o Bio3Gen, que é um equipamento leve de apenas 1,20 kg e dimensões de 29x29x7.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Tratar a água com Ozônio faz bem à saúde



A água é essencial para a saúde, porém deve ser de qualidade para suprir as necessidades diárias. Os tratamentos que existem são diversos: oxigênio, cloro, alguns produtos químicos específicos e ainda o ozônio. Este último, com sua ação oxidante, é mais rápido na desinfecção da água e ainda proporciona diversos benefícios.

A habilidade do ozônio para desinfecção de água foi descoberta em 1886 e em 1891 começaram os testes pilotos para utilizar a substância para purificar água. A primeira vez que o ozônio foi usado para tratamento de água, em larga escala, foi em Oudshoorm, na Holanda.

Para tratar a água com ozônio é preciso instalar um equipamento que irá captar o ar do ambiente e transportá-lo até a caixa d’água ou reservatório e uma reação química irá transformar o oxigênio em ozônio.

Veja abaixo alguns benefícios de tratar a água com ozônio:
Purifica o sangue

Beber água ozonizada auxilia na purificação do sangue, uma vez que a molécula extra que se prende às impurezas, vírus e bactérias, irá morrer por oxidação.

Limpa o sistema circulatório

Como a água ozonizada limpa as impurezas do sangue, a circulação sanguínea é melhorada. Pessoas com doenças circulatórias são as mais beneficiadas, pois o ozônio na corrente sanguínea pode eliminar ou pelo menos reduzir os agrupamentos de hemácias, deixando o sangue fluir com facilidade.

Combate tumores

A água ozonizada oxida malignidades, atacando e quebrando células tumorais. O ozônio estimula a conversão de arginina para citrulina, nitrito e nitrato por fagócitos, promovendo sua ação em tumores.

Fonte: http://www.fazforte.com.br

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ozonioterapia e seus resultados surpreendentes!


Ozonoterapia médica e seus resultados surpreendentes quer conhecer os médicos na tua região , envie e-mail ou fale com www.aboz.org.br

Obs : Bio3gen não é usado pra ozonoterapia , apenas pra purificação de água , alimentos e ambiente

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Comportamento de componentes bioquímicos do sangue em equinos submetidos à ozonioterapia





O comportamento de constituintes bioquímicos sanguíneos (glicose, fibrinogênio, creatina fosfoquinase e gama-glutamiltransferase) foi monitorado, in vivo, em 12 equinos mestiços (seis machos e seis fêmeas), com idade entre 4 e 20 anos, submetidos à ozonioterapia. O tratamento foi realizado mediante administração de 500 ou 1000mL da mistura de oxigênio-ozônio (O2-O3) por via intravenosa, a cada três dias, durante 24 dias. Os equinos foram distribuídos em quatro grupos: MT500 constituído por três machos tratados com 500mL; MT1000 por três machos tratados com 1000mL; FT500, por três fêmeas tratadas com 500mL e FT1000, por três fêmeas tratadas com 1000mL. A ozonioterapia por via intravenosa não ocasionou alterações clínicas nos equinos. Os valores médios mínimos e máximos de glicose, fibrinogênio, creatina fosfoquinase e gama-glutamiltransferase mantiveram-se dentro dos limites de referência para a espécie equina. Houve diminuição nas concentrações da glicose e gama-glutamiltransferase ao longo dos períodos de aplicação e aumento nos valores do fibrinogênio. A creatina fosfoquinase não sofreu efeito do tratamento.
Em nenhum momento do período experimental, os animais demonstraram incômodo ou alteração do comportamento durante a ozonioterapia. Além disso, apresentaram valores de variáveis físicas considerados de referência para a espécie. Os valores médios de temperatura corporal, frequência cardíaca e respiratória foram de 37,01°C, 34bpm e de 24 respirações/minuto, respectivamente. As mucosas permaneceram róseas e com aspecto úmido, e o tempo de enchimento capilar foi inferior a dois segundos.
As médias dos valores mínimos (77,75mg/dL) e máximos (102,75mg/dL) obtidos para a concentração de glicose durante a ozonioterapia encontraram-se dentro do intervalo considerado de referência (75-115mg/dL) para a espécie equina (Meyer et al., 1995; Kaneko et al., 1997). Observou-se decréscimo (P<0,05) na concentração da glicose (Fig. 1a) a partir da primeira aplicação do ozônio para os grupos MT500 e MT1000. A partir da quarta aplicação, os grupos experimentais MT1000 e FT500 apresentaram médias semelhantes (P>0,0027), enquanto MT500 e FT1000 apresentaram médias abaixo (P<0,0027) do LIC. No 10º período (Fig. 1a), os quatro grupos convergiram para valores próximos.
A redução da glicose pelo ozônio pode ser decorrente de glicólise, já mencionada por Bulies (1996) em humanos. Segundo Viebahn (1985), além da via glicolítica normal da hexoquinase, a transformação metabólica da glicose induzida pelo ozônio acontece por meio da via do ciclo das pentoses. Outro aspecto que pode ser mencionado é o aumento da atividade muscular, que, segundo Mutis-Barreto e Pérez-Jimenez (2005), resulta em glicólise ao induzir o trabalho muscular cardíaco.
A exposição de equinos sadios a 500 e 1000mL da mistura terapêutica de ozônio, mediante administração intravenosa, não acarreta alterações clínicas avaliadas por temperatura corporal, frequências cardíaca e respiratória, coloração das mucosas e tempo de enchimento capilar. A ozonioterapia diminui discretamente os valores de gama-glutamiltransferase, sendo de valor em animais submetidos a exercícios extenuantes. Entretanto, como a terapia por ozônio também ocasiona discreta diminuição na concentração da glicose, deve-se monitorar a glicemia nos animais durante a sua administração. A ozonioterapia aumenta discretamente os valores de fibrinogênio em equinos, podendo ter efeito benéfico nos processos cicatriciais. A creatina fosfoquinase não sofre efeito da ozonioterapia por via intravenosa.

Fonte : http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-09352009000300003